Olho pela janela em frente minha casa vejo uma estrada, nela os carros estão passando, todos os dias o mundo está mudando, em nossas vidas, as vezes perdemos, as vezes ganhamos, mas não importa o que aconteça, não importa qual seja o meu sentimento, se estou bem, se estou mau, se feliz ou triste, ao olhar pela janela, lá está a estrada e nela os carros continuam passando.
Hoje não tenho mais alguém em minha vida que achei que teria por todos os dias que vivesse, pois era ele meu único irmão, mais novo que eu, o que me dava a certeza que ele sempre estaria aqui e que um dia fatalmente ele ficaria sem mim, mas eu jamais ficaria sem ele.
Esse mês de setembro seria o nosso aniversário, ele dia 14 e eu dia 15, esta data que pela segunda vez em vinte e cinco anos terei que passar sem ele, pois ele, meu irmão há dois anos se foi, vítima de um acidente, pra mim uma dor sem fim, é como viver faltando um pedaço, as vezes me lembro dele e choro, as vezes me pego sorrindo de suas muitas brincadeiras, tento ser forte, mas a saudade unida com a certeza do nunca mais me vence e então eu choro, choro mais ao chegar à janela de minha casa e olhar para aquela estrada onde independente da minha dor, independente dos meus sentimentos, independente da minha perda, os carros continuam passando.
Hoje não tenho mais alguém em minha vida que achei que teria por todos os dias que vivesse, pois era ele meu único irmão, mais novo que eu, o que me dava a certeza que ele sempre estaria aqui e que um dia fatalmente ele ficaria sem mim, mas eu jamais ficaria sem ele.
Esse mês de setembro seria o nosso aniversário, ele dia 14 e eu dia 15, esta data que pela segunda vez em vinte e cinco anos terei que passar sem ele, pois ele, meu irmão há dois anos se foi, vítima de um acidente, pra mim uma dor sem fim, é como viver faltando um pedaço, as vezes me lembro dele e choro, as vezes me pego sorrindo de suas muitas brincadeiras, tento ser forte, mas a saudade unida com a certeza do nunca mais me vence e então eu choro, choro mais ao chegar à janela de minha casa e olhar para aquela estrada onde independente da minha dor, independente dos meus sentimentos, independente da minha perda, os carros continuam passando.
Álvaro Oliveira

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